Eduardo Gudin nasceu em São
Paulo, capital, em 1950. É um violonista, compositor e arranjador que trafega
na fronteira entre a música popular e a música erudita. É mais conhecido como
compositor de sambas, com um estilo muito particular, mas é também um compositor
de canções, trilhas de filmes e arranjos para orquestra, com domínio do violão
popular e erudito. Além de melodista, é também letrista, e compôs músicas com
vários parceiros ilustres, tais como: Paulinho da Viola, Paulo Vanzolini, Paulo
César Pinheiro, Adoniran Barbosa, Arrigo Barnabé, Aldir Blanc, Ivan Lins,
Roberto Riberti, J.C. Costa Netto, Francis Hime, Caetano Veloso, Elton
Medeiros, Nelson Cavaquinho, entre outros. Atua também como orquestrador,
professor e produtor cultural. Em 2022 completa 56 anos de carreira.
Nesta página estão disponíveis,
para download, partituras e letras com cifras de 150 composições de Gudin,
selecionadas e transcritas à mão por ele mesmo e organizadas em 4 volumes (2
com partituras e 2 com letras e cifras), como parte do projeto A
documentação de uma Obra, viabilizado pelo ProAc LAB - Prêmio por histórico de
realização em música - 2021. Esta iniciativa, há muito tempo cobrada por parte
de seu público, é apenas o princípio do processo de organização e publicização
da obra do compositor, autor de mais de 400 músicas. Em breve, outras também
estarão por aqui. Seja bem-vindo!
A turma da Escuderia Pepe Legal: Pedrinho, Pasca Branco (ECIO), Pasca Preto (FALANGA), Erasmo (Erasmão), Bichu ( Orlando Fabiano), Anibal (BABU), Marinho, Cabral, Pedrão, Brecho, Zé Roberto, Juvenal, Walter (LOCO), Tanese, Sergio Boca, Sergio (ESQUERDINHA), Pixeta, Cicle, Charles, Bigurrilho, Victhê, Afonsinho, Ronaldo Alemão, Joninhas, Luizão, Zé Índio & Maurício, Lelé, Ben Hur, Zagalo, Marcio Preto, Gordinho, Roberto Japonês, Gilberto Japonês, Guido, Poças, Zequinha, Ivan Vozzo, Bebeleco, Luiz Reis, Irineu Nego, Adonis, Jumar, Norberto, JK, Arnaldinho Ncci, Bertonho (BELL), Gilmore, Nelinho, Carlos Gomes, Reinaldo Di Cunto, Mini Boy, Dr Thomé, Bastião ,Dom Vital, Ademir Preto, Nene Santovito, Nino ( CARMNINO PEPE), Malcon, Vicente, Leopoldo, Jeferson, Laerte Jacaré, Dantinho, Edson (PUSSA), Ivo, Chupin Cezar ( STO ANTONIO), Onassis ( Rato), Claudinei...
:-)
O “Campo dos Bois”
O Templo do Futebol Varzeano da Mooca, que na verdade eram três: No primeiro (lado da Rua Fernando Falcão), jogavam as equipes do Lapefer, Metalúrgica Rio, Central, Falcão, Grêmio Urano e União Vasco da Gama FC. No campo 2 (entre os outros dois): Brasil, Botafogo, Benfica da Mooca, APEA, Paulista, Madri e Pascoal Moreira e, no campo 3 (lado da Rua Itaqueri): Brasília, Duas Épocas, Tobu, Vasco Paulista e Viana do Castelo. Lembrando que em todos os campos atuavam os vários times mirins do pedaço, tais como Viana do Castelo, CBD, Tricolor, Canto da Mooca do IAPTEC e Santos.
Não espere encontrar aqui nada que tenha uma conotação mínima com: Músicas
Sertanejas de qualquer espécie, de qualquer época e origem; Pagodes; Gospel; Forró;
Funk; Hip Hop; Rap; Tecnobrega; Axé; Folclóricas; Bregas... enfim, nada que nos
danifique a alma (e a paciência). Respeitamos àqueles que discordem do exposto, mas que não percam tempo insistindo com argumentos frágeis, levianos e desnecessários para que
mudemos de opinião.












Nenhum comentário:
Postar um comentário